27 de fev. de 2012

EXCLUSIVO - Menina de 12 anos é abusada sexualmente desde os 10 pelo padrasto em cidade do curimataú paraibano



“Estou envergonhada. ‘Tá’ todo mundo dizendo coisa com ela.” Essa declaração é de uma mãe que no último dia 21, terça-feira de carnaval, descobriu que seu esposo, com quem convive há pouco mais de cinco anos, abusava sexualmente de sua filha, de apenas 12 anos, há cerca dois anos.

O caso foi registrado na delegacia de polícia civil de Cacimba de Dentro, curimataú paraibano, pelo Delegado Dr. Hilamilton, na sexta-feira (24).

Ao retornar para casa depois do trabalho naquela terça, a dona de casa relatou a polícia que encontrou um preservativo no banheiro de sua casa, ainda com sinais de espermas. A senhora procurou saber com os filhos quem teria usado o preservativo. Ninguém soube informar. A mãe contou para o delegado que estranhou o caso e conversou com a filha que, depois de insistência, a menina confessou que tinha tido relações sexuais com seu padrasto.

A mãe levou a filha para o hospital, mas foi informada pela equipe médica que só a Unidade de Medicina Legal é que poderia examiná-la. Com medo de represália a dona de casa pediu que a equipe médica não informasse ao conselho tutelar, nem a polícia, pois temia que seu esposo a matasse, caso fosse denunciado.

Sabendo da gravidade do caso a equipe informou o caso ao conselho tutelar do município que de imediato acionou a polícia.

A criança foi ouvida, juntamente com a mãe. A menor disse que há cerca de dois anos vem tendo relacionamento com o homem. Disse que não contou para sua mãe porque o acusado ameaçava dizendo que se sua mãe soubesse, ele iria dizer que a criança é que queria o relacionamento. Acrescentou que quando se relacionavam o acusado tapava a boca da criança para que ela não fizesse nenhum barulho e que o ato sexual acontecia, em sua maioria, no banheiro da residência, quando a mãe da criança sai para fazer um trabalho em um supermercado da cidade.

A vítima foi levada para o IML de Campina Grande onde passou por um exame de conjunção carnal. O resultado sairá nos próximos dias.

Na nossa ida à Cacimba de Dentro, encontramos a mãe da menor que, preferiu não ser identificada, hospitalizada. Ainda em choque, a mãe da vítima, nas poucas palavras que conversou com nossa reportagem, disse está envergonhada e que os vizinhos estavam culpando a menor pelo ocorrido. Acrescentou ainda que a menor se mostra satisfeita com o relacionamento e que teria comentado com a mãe que tem várias amigas, da mesma idade que, também tem relacionamentos sexuais sem nenhum problema.

Conversamos com os conselheiros tutelares que acompanham o caso, Vanvam Olegário e Fábio Lima que, nos revelaram que casos semelhantes têm sido comum no município. A prostituição infantil tem ganhando força e para combater o crime, se faz necessário um trabalho em conjunto dos conselheiros, da polícia, justiça e sociedade. Acrescentaram ainda que, é necessário que as mães estejam atentas ao comportamento de suas filhas. Que a falta de atenção é a principal causa para que as meninas se tornem presas fáceis para criminosos que abusam sexualmente de menores. Lembraram que é em casa que muitas vezes o crime acontece.

O acusado, Adalberto Pereira da Silva, “Beto”, ao tomar conhecimento que estava sendo denunciado à polícia, empreendeu fuga. Um mandado de prisão já foi expedido pela justiça e Beto pode ser preso a qualquer momento.

fonte: blog do mago PB / Blog do Feio PB

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24 de fev. de 2012

Êi machão! o bixo pegou pro teu lado!

O negócio ficou ruim para alguns  machões que estão acostumados  a baterem no sexo frágil. A parada agora é dura, parceiro. O trem ficou ruim pro lado de vocês. Quanto as senhoras, indefesas, acabo a boquinha de ficar com pena do companheiro, ou pior ainda, ficar com medo de  denunciar.

Por 10 votos a 1, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira (9) que, a partir de agora, o Ministério Público pode denunciar o agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher, mesmo que a mulher não apresente queixa contra quem a agrediu.

A Lei Maria da Penha protege mulheres contra a violência doméstica e torna mais rigorosa a punição aos agressores. De acordo com norma original, sancionada em 2006, o agressor só era processado se a mulher agredida fizesse uma queixa formal.

O Supremo julgou nesta quinta duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva que pretendiam garantir a aplicação da lei para coibir a violência doméstica.

Em seu voto, o relator das ações, Marco Aurélio Mello, votou a favor da abertura de ação penal contra agressores a partir de queixa feita pelo Ministério Público, sem obrigação de que a mulher tenha de tomar a iniciativa de denunciar o crime.

Ele argumentou que, em caso de violência doméstica, é preciso considerar a necessidade de "intervenção estatal" para garantir a proteção da mulher, como previsto na Constituição. "Sob o ponto de vista feminino, a ameaça e as agressões físicas não vêem, na maioria dos casos, de fora. Estão em casa, não na rua. O que não reduz a gravidade do problema, mas aprofunda, porque acirra a situação de invisibilidade social", observou o ministro.

Inibição
 
Único a votar contra essa interpretação, o presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, ponderou sobre as consequências da atuação do Estado nos casos de violência contras as mulheres. Para ele, essa mudança de interpretação na lei pode inibir a representação de queixas por parte da mulher.

A observação foi rebatida pelo relator. "Penso que o valor maior a ser resguardado é o valor que direciona à proteção da mulher e o estado não a protege quando exige que ela adote postura de antagonismo contra o que já se revelou agressor", disse Marco Aurélio.

Já o ministro Gilmar Mendes, embora tenha votado a favor da nova interpretação, afirmou que a denúncia proposta pelo Ministério Público, independentemente da vontade da agredida, pode ser mais um motivo de desentendimento no núcleo familiar.


"Às vezes, a ação penal pública incondicionada [processo aberto sem queixa da agredida] vai ser um elemento de desagregação familiar e o texto constitucional quer um mínimo de integração. Daí eu não estar seguro quanto a essa fórmula que vamos eleger", disse Mendes.
 
 fonte:  Blog domago PB/Com informações do G1

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Moradores de Estado do Nordeste se assustam com objeto não-identificado que caiu do céu

Globo metálico causou alvoroço em cidade a 280 km de São Luís. Pensei que era um avião, diz dono de terreno onde objeto foi achado.

Max Mauro Garreto/Arquivo Pessoal
Um objeto metálico não-identificado provocou um alvoroço nesta quarta-feira de Cinzas em duas cidades de pouco mais de 10 mil habitantes no interior do Maranhão. Moradores de Anapurus e de Mata Roma afirmam que o globo caiu do céu.

José Valdir Mendes, 46 anos, afirma que a peça, do tamanho de um botijão de gás, com mais ou menos 30 kg, caiu a 6 metros de sua casa, onde mora com a família. O globo é oco e deixou um buraco de cerca de 1 metro em seu quintal, segundo a Polícia Militar.

“Escutei o barulho, tremeu até a perna. Fui olhar o que era. Pensei que era um avião que tinha caído, ou um terremoto”, conta.

Segundo o morador do povoado Moraes, no município de Anapurus, a 280 km de São Luís, o objeto ainda bateu em um cajueiro, que teve o tronco quebrado, em seu quintal. Os cerca de 20 moradores do povoado saíram de suas casas para ver a peça. O caso se espalhou e chegou até a cidade vizinha de Mata Roma.

“Foi um alvoroço enorme aqui. Alguns com medo e receio com aquela história de 2012. Outros dizendo que era ‘alien’. Mas creio que é uma peça de satélite que caiu do espaço mesmo”, afirma o professor Max Mauro Garreto, 25, morador de Mata Roma.

Garreto afirma que sua mãe saiu para caminhar e, por volta das 6h, escutou um estrondo. “Ela ouviu um grande barulho, não deu tanta importância, falou que parecia um trovão. Aí, durante o dia, moradores do local onde caiu vieram até a cidade.”

A Polícia Militar chegou até o povoado por volta das 16h30 desta quinta-feira (23). O comandante da PM de Anapurus, major Edvaldo Mesquita, determinou que o objeto fosse levado até o quartel.

Por meio de nota, o Comando da Aeronáutica informou que "não dispõe de estrutura especializada para realizar investigações científicas a respeito desse tipo de fenômeno aéreo, o que impede a instituição de apresentar qualquer parecer sobre esses acontecimentos".

Segundo o meteorologista do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Pedro Costa, o objeto seria uma parte de um satélite. "Tenho certeza que não se trata de um balão meteorológico ou parte dele", afirma.


fonte: G1 - Diário do Sertao/Actual Notícia

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